Motorista de ônibus escolar acusado de estuprar estudante é demitido

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Motorista de ônibus escolar, que foi acusado de estuprar uma adolescente em Nova Trento, foi demitido. A nota confirmando a atitude foi feita pela prefeitura da cidade na manhã desta sexta-feira (12).

Segundo o Registro de Ocorrência, registrado pela mãe da vítima, a jovem contou o caso, que aconteceu em janeiro de 2021, em uma conversa com a psicóloga da escola que frequenta.

A vítima relatou que foi estuprada ao menos duas vezes pelo motorista. Ela afirma que o abusador passou a mão em seu órgão genital, inclusive por baixo da roupa. Em outro momento, o agressor teria assistido filme pornográfico na presença da jovem.

Ao ser questionada pela imprensa, a prefeitura de Nova Trento confirmou a demissão do estuprador.

“Considerando que a ocorrência remete a fato que teria acontecido em 15 de janeiro de 2021, data em que o suposto autor do fato não era funcionário do município e que o suposto fato não se deu no âmbito escolar (período de férias), a administração informou que aguardaria o resultado das investigações pelos órgãos competentes”, informou a prefeitura em nota.

“A administração municipal informa ainda que na data de hoje foi rescindido o contrato temporário de trabalho, celebrado em 25 de fevereiro de 2021, entre o município e o suposto autor do fato objeto da ocorrência policial acima destacada”, complementou.

Inquérito

O Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC) abriu um inquérito após receber a denúncia do abuso com o objetivo de apurar as providências tomadas sobre o caso.

Promotor de Justiça responsável pelo caso, Nilton Exterkoetter solicitou informações para prefeitura da cidade e questionou quais providências foram tomadas, visto que o suspeito é servidor público municipal e motorista do transporte escolar. Ele também questionou quais foram as medidas de proteção adotadas pelo Conselho Tutelar, além da requisição de atendimento psicológico.

“Recomenda-se o imediato afastamento do servidor do transporte escolar, para proteger os alunos, se ainda não foi tomada essa providência”, sugeriu o promotor à época.

Fonte: O município.

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