Criminoso que matou e arrancou dedo de dentista morava em Rio do Sul

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O principal suspeito de matar o cirurgião dentista Rafael Caranhato, de 25 anos, estava com residência em Rio do Sul no bairro Sumaré e já tinha passagem na polícia por outros crimes, inclusive um mandado de prisão em aberto pelo descumprimento de uma medida cautelar.

Ele foi preso em Ibirama na última sexta-feira, dia 16, após policias rastrearem suas ações. O homem estava com o carro da vítima, um Fiat Palio preto, e com pertences pessoais como Playstation, televisão, roupas e outros objetos. Ele também estava com uma quantia de dinheiro, que teria sacado no trajeto de Fraiburgo até Rio do Sul.

O homem arrancou o dedo indicativo do jovem e percorreu o trecho com ele fazendo saques em caixas eletrônicos com biometria e pretendia fazer mais. Eles seriam amigos, conforme a polícia.

O caso só foi descoberto depois que o profissional não compareceu para trabalhar na manhã desta sexta-feira e gerou estranheza dos colegas de trabalho.

A PM foi no apartamento do rapaz às 10h40 e encontrou ele morto enrolado em um cobertor. Várias marcas de sangue nos disjuntores e também nas paredes também foram encontradas pela polícia. Havia também restos de lanches e um refrigerante.

Com as imagens de câmeras de segurança, as polícias Civil e cientifica viram que Rafael entrou no apartamento acompanhado do homem, por volta das 22h40 de quinta-feira, dia 15. Os dois também foram vistos momentos antes em uma lanchonete.

De acordo com o site ND, entre às 3h30 e 4h00 desta sexta-feira, o mesmo suspeito foi visto nas câmeras retirando do apartamento pertences de Rafael, como playstation, televisão, roupas e outros objetos. “Ocorreram vários acionamentos da iluminação nesse horário que ele estava puxando os pertences”, contou o tenente da Polícia Militar, Marcos Evandro Tarniovicz.

O homem teria deixado o local às 7h20 com o carro da vítima e se deslocado sentido Rio do Sul.

O dedo da vítima teria sido arrancado com um canivete que também estava no veículo.

Agora a polícia segue com as investigações e o caso é tratado como latrocínio, matar para roubar.

O preso foi encaminhado para à delegacia para os procedimentos cabíveis.

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