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ECA

“Estão dando bebida à minha filha para abusar dela”, diz mãe que pede ajuda em SC

A mãe conta que já recebeu vídeos da adolescente consumindo bebida alcoólica e fumando maconha.

‘Ovos de Páscoa e piscina’: polícia prende pedófilo que aliciava crianças e adolescentes em SC

Um homem foi preso preventivamente nesta quarta-feira (1º), em Timbó Grande, no Planalto Norte do estado, suspeito de aliciar crianças e adolescentes para fins...

Vereador do PT faz denúncia ao MPSC contra escola pré-militar de Florianópolis: ‘espanca até matar’

Vereador Bruno Ziliotto formalizou denúncia ao Ministério Público e registrou boletim de ocorrência contra a Unibe Escola Pré-Militar; curso diz que cânticos são "motivacionais" e fazem parte da cultura das Forças Armadas

Mãe é presa após espancar filho de 8 anos com galho de árvore em SC

Menino apresentava ferimentos no rosto e nas costas e foi encaminhado ao hospital com acompanhamento do Conselho Tutelar

TJSC manda redes sociais excluírem posts que identifiquem suspeitos pela morte do Orelha

Decisão da Vara da Infância determina remoção de conteúdos em até 24 horas e reforça proteção prevista no ECA enquanto Polícia Civil apura vazamento de nomes.

EXCLUSIVO: Quem são os três indicados por coação no caso Orelha em Florianópolis

No caso Orelha, o Jornal Razão foi responsável por revelar a suspeição da juíza, a intimidação ao porteiro, a proibição da quebra de sigilo e outros detalhes exclusivos. E é assim que o Jornal Razão continuará fazendo: atuando junto à população catarinense, com coragem e responsabilidade.

EXCLUSIVO: Juíza proíbe quebra de sigilo dos celulares de suspeitos no caso Orelha

Outro fator que agrava o cenário é que dois dos quatro adolescentes investigados estão fora do Brasil. Segundo apurado pelo Jornal Razão, eles embarcaram poucos dias após a morte de Orelha e atualmente estão inacessíveis à Justiça brasileira. A Polícia Civil monitora a situação.

A verdade precisa ser dita: pelas leis do Brasil, não haverá ‘justiça’ por Orelha

Mesmo que o caso envolvesse uma vítima humana, os adolescentes dificilmente seriam verdadeiramente punidos. O máximo seria, em tese, internação por até três anos. No caso do cão Orelha, que era “apenas” um pobre animalzinho, a punição deve ser ainda mais branda.