Violência após jogo envolve membro da Mancha Azul e apoiador de Bernardo Pessi a presidência

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Após o empate entre Avaí e Criciúma, na Ressacada, um episódio de violência ofuscou o clima esportivo. Torcedores do Criciúma foram atacados por integrantes da torcida do Avaí nas imediações do estádio.

De acordo com relatos e vídeos que circulam nas redes sociais, uma van que transportava torcedores do Tigre foi perseguida e teve os vidros quebrados, além de sofrer outros danos materiais. As imagens mostram um dos torcedores sendo agredido brutalmente por membros da torcida rival.

O homem identificado nas gravações é Grégor Goedert de Oliveira, integrante da Mancha Azul, principal organizada do Avaí. Ele aparece vestindo um moletom da Chapa 1, grupo que disputa a presidência do clube com Bernardo Pessi como candidato, chapa essa apoiada pelo atual presidente Júlio Heerdt.

As cenas geraram revolta entre torcedores e dirigentes, que cobram providências imediatas para identificar e punir os envolvidos. O episódio reacende o debate sobre a necessidade de medidas mais firmes para coibir a violência nas arquibancadas e garantir que o futebol catarinense volte a ser sinônimo de paixão e não de agressão.

O Avaí Futebol Clube está em período eleitoral, com votação marcada para as próximas semanas, o que torna o caso ainda mais delicado. A expectativa é que o clube e as autoridades se posicionem oficialmente nas próximas horas.

Nota de Esclarecimento

Ontem (19/10/2025), fui atacado por torcedores do Criciúma enquanto retornava pacificamente para casa após o jogo com minha esposa e meu filho de 15 anos, mais especificamente por 4 integrantes que estavam dentro de um carro (SUV de cor escura), com xingamentos de ordem xenofóbica, sexista e machista em direção a mim, minha esposa e meu filho menor.

Não satisfeitos com os insultos jogaram um copo de bebida no meu carro e tentaram colidir contra o mesmo, me cortando a frente e forçando minha parada. Minha esposa e meu filho menor também foram agredidos.
Os quatro agressores estavam visivelmente bêbados e procurando confusão com outras pessoas.

Violência não foi, não é e nunca será a solução para os problemas, e nesse caso a violência partiu de 4 homens em direção a uma família, com ofensas e agressões a uma mulher e a um adolescente!

Meu apoio político não tem nada a ver com o ocorrido e a Chapa de Bernardo Pessi não tem nada a ver com o presidente Julio Heerdt. Sou crítico ferrenho do atual presidente do Clube e jamais estaria ao lado de alguém que tivesse ele como apoiador. Da mesma forma, jamais estaria na outra chapa, essa apoiada pelo ex-presidente Battistotti.

O triste episódio que marcou a mim e minha família não tem qualquer relação com as eleições do Avaí.

Gregor Goedert de Oliveira

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