Uma família do bairro Moura, em Canelinha, denunciou uma situação grave de bullying contra um estudante dentro do ônibus escolar que atende alunos da Escola Bartolomeu. Segundo o relato, o menino é alvo constante de ofensas por parte de colegas durante o trajeto até a unidade de ensino e chegou a ser empurrado em direção à janela do veículo em movimento.
Conforme as denúncias, registradas em vídeo pela irmã do estudante, o problema ocorre com frequência e persiste mesmo com a presença de adultos responsáveis pelo transporte. A família afirma que já procurou a direção da escola, professores e a monitora do ônibus, mas nenhuma providência teria sido tomada.
Ofensas constantes e omissão dentro do transporte escolar
A irmã do menino relatou que, dentro do ônibus, outros alunos fazem ofensas constantes ao estudante, com xingamentos e provocações de caráter humilhante. Segundo ela, o menino relata as situações à diretora, às professoras e à monitora do transporte, mas ninguém age para coibir o comportamento.
A jovem ainda afirmou que chegou a ser repreendida pela monitora do ônibus após tentar defender o irmão.
Estudante relata que quase foi jogado pela janela
O próprio estudante também aparece no vídeo e relata um episódio que teria colocado sua integridade física em risco. Segundo o menino, um colega tentou empurrá-lo pela janela do ônibus enquanto o veículo estava em movimento.
Conforme o relato da irmã, a situação teria acontecido no momento em que o estudante abriu a janela para jogar um lixo para fora. Nessa hora, outro aluno teria se aproveitado e empurrado o menino. Segundo a jovem, se outros colegas não tivessem segurado o estudante, ele teria caído do ônibus em movimento.
Caso gera revolta e escola ainda não se pronunciou
A situação, conforme os relatos, ocorre no transporte escolar que atende alunos do bairro Moura, em Canelinha. Até o momento, não há informações sobre manifestação oficial da escola ou da Prefeitura de Canelinha sobre o caso. Também não foi informado se o Conselho Tutelar foi acionado.
O caso gerou forte repercussão nas redes sociais, com moradores cobrando posição da escola e questionando a atuação da monitora do transporte.

