SC fecha fronteiras com Paraná e RS em megaoperação contra o crime organizado

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Uma força-tarefa que reúne agentes de segurança do Brasil, Argentina e Uruguai está atuando em Santa Catarina desde terça-feira (4). A ação, chamada Operação Fronteiras e Divisas Seguras 2025, tem como finalidade aumentar a fiscalização nas principais rodovias do Estado e coibir crimes que costumam ocorrer nas áreas de divisa com Paraná, Rio Grande do Sul e também próximos das fronteiras internacionais.

A operação segue até o próximo domingo (9) e busca identificar rotas usadas por organizações criminosas, além de impedir o avanço de atividades ilegais.

Como está sendo feita a operação

Barreiras policiais foram montadas em pontos estratégicos, principalmente em rodovias utilizadas para transporte de cargas e circulação entre estados. Os agentes realizam revistas em veículos, conferem documentos, verificam cargas e monitoram comportamentos suspeitos.

Entre os crimes que são alvo da ação estão:

  • Tráfico de drogas e armas
  • Contrabando e descaminho
  • Roubo de cargas e furto de gado
  • Localização e prisão de foragidos da Justiça

Forças envolvidas

A operação é coordenada pelo Comando de Polícia Militar Rodoviária de Santa Catarina (CPMRv) e conta com apoio de diversas instituições nacionais e internacionais, como:

  • Polícia Militar do Paraná
  • Brigada Militar do Rio Grande do Sul
  • Polícia Rodoviária Federal (PRF)
  • Polícia Federal e Receita Federal
  • Exército Brasileiro
  • Gendarmería Nacional, Polícia e Prefeitura Naval da Argentina
  • Representantes das forças de segurança do Uruguai

O que dizem as autoridades

O comandante do CPMRv, coronel Marcus Vinicius dos Santos, ressaltou a importância da união entre os países e estados participantes:

“A integração das forças de segurança aumenta nossa capacidade de prevenir e reprimir crimes nas áreas de fronteira. Com a troca de informações, conseguimos atuar de forma mais rápida e proteger a população catarinense.”

Resultados

Os dados oficiais sobre abordagens, prisões e apreensões serão divulgados ao término da operação, quando cada batalhão irá consolidar os números finais.

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