AGORA: Ativistas exigem que prefeitura doe 60 residências para famílias na Grande Florianópolis

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Mais de 60 famílias da Ocupação Mestre Moa realizaram um protesto na manhã desta segunda-feira (16), em Palhoça, na Grande Florianópolis. O grupo se reuniu em frente à Prefeitura para reivindicar o direito à moradia e alertar para o risco de remoção da área ocupada.

A manifestação teve início por volta das 7h30, no bairro Passa Vinte, e seguiu em marcha até o centro da cidade. Cartazes com frases como “Nenhuma família sem teto” e “Resistir e ocupar” foram utilizados pelos participantes durante o ato.

Nas redes sociais, representantes do movimento afirmam que as famílias vivem na ocupação há cerca de oito anos. Segundo eles, o terreno teria sido inicialmente cedido por um proprietário, mas agora há o risco de reintegração de posse, o que levou à mobilização.

Em postagens divulgadas por perfis de apoio à ocupação, os manifestantes relatam que o local foi habitado após uma suposta promessa verbal de regularização fundiária. Já nas redes sociais de páginas locais, usuários discordam da versão, alegando que houve ocupação indevida e que as famílias já teriam sido notificadas anteriormente para deixar o local.

Durante o protesto, os manifestantes cobraram que a Prefeitura apresente alternativas habitacionais para os moradores, caso a remoção se confirme. Não houve registro de confrontos ou bloqueios de vias.

Até a última atualização desta matéria, a Prefeitura de Palhoça não havia se manifestado oficialmente sobre o caso. Também não há confirmação de data para eventual desocupação

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