Homem assassinado no meio da rua na Grande Florianópolis era pai de família e tinha dois filhos

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Um homem foi assassinado no meio da rua na tarde desta segunda-feira (27) em Governador Celso Ramos, na Grande Florianópolis. O crime bárbaro aconteceu em plena luz do dia, na Rodovia Francisco Wollinger, em frente a um posto de combustível, na entrada do município.


Conforme a Polícia Militar de Santa Catarina, a vítima foi identificada como Leonardo da Silva Chaves, de 38 anos. Segundo a PMSC, Leonardo era homem de família e pai de dois filhos. O óbito foi constatado no local pela equipe médica do SAMU, às 14h40.


A briga e a fuga


Segundo a corporação, após o ataque, o autor das facadas atravessou a BR-101 e foi alcançado por populares do outro lado da rodovia. Os moradores conseguiram detê-lo até a chegada da Polícia Militar.


O homem detido foi identificado como Claudecir Pereira, de 50 anos. Ele apresentava lesões no rosto e disse aos policiais que teria sido agredido por Leonardo antes de reagir com a faca. A versão do autor está sendo apurada pela Polícia Civil.


Conheceram-se na clínica


De acordo com a Polícia Militar, autor e vítima já se conheciam. Os dois eram dependentes químicos e se conheceram durante uma internação em uma clínica de reabilitação localizada em Tijucas, no Vale do Rio Tijucas.
O reencontro nesta segunda-feira teria acabado em desentendimento e culminou no homicídio. A motivação exata da briga ainda é apurada pela Polícia Civil.


Atendimento e perícia


A primeira equipe a chegar ao local foi a APHA 03, viatura avançada do SAMU de São José, que iniciou o atendimento ainda na rodovia. Em seguida, chegou a Bravo 20 do SAMU de Governador Celso Ramos. Apesar da tentativa, Leonardo não resistiu aos ferimentos.
Conforme a Polícia Militar, a Polícia Civil esteve no local e acionou a Polícia Científica, responsável pela perícia e demais procedimentos técnicos.


Para a delegacia


Após os procedimentos no local do crime, Claudecir Pereira foi conduzido pela Polícia Militar até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para avaliação médica das lesões no rosto. Em seguida, foi levado ao Centro de Polícia Penal (CPP), onde devem ser tomadas as medidas cabíveis. A Polícia Civil investiga o caso.

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