Um homem foi encontrado morto com as pernas e braços amarrados por fios de metal e diversas lesões produzidas por arma de fogo na madrugada desta quinta-feira (9), no bairro Sertão do Maruim, em São José, na Grande Florianópolis. O corpo estava na Travessia José Jorge Zimmerman, em frente ao número 131.
Conforme a Polícia Militar de Santa Catarina, as guarnições foram acionadas por volta das 00h17 para atendimento no local. Ao chegarem, encontraram o homem em posição de decúbito dorsal, já sem sinais vitais. O crime foi registrado como homicídio doloso (artigo 121 do Código Penal Brasileiro).
Vítima estava amarrada e com tiros no rosto
A vítima trajava calça jeans azul clara, chinelo predominantemente azul e camisa preta. No braço direito, havia uma tatuagem de figura feminina e o nome “José”. Conforme apurou o Jornal Razão, diversas lesões perfurocontundentes, similares às produzidas por arma de fogo, foram identificadas na região da face. Diversos estojos deflagrados foram encontrados no entorno do corpo.
A qualificação do homem foi impossibilitada pela deficiência de informações disponíveis no local. Até o momento, a vítima não foi identificada.
Populares relatam fuga de dois homens
Não foram localizadas testemunhas diretas no local do crime. Segundo relatos de populares, dois homens foram vistos se afastando correndo da região logo após o ocorrido. Informações em grupos de conversa indicam que um veículo VW/Gol de cor branca teria sido observado se evadindo do local.
Um vídeo produzido por sistema de monitoramento privado registrou diversos disparos nas proximidades de onde a vítima foi encontrada, conforme apurou o Jornal Razão.
Polícia Civil investiga o caso
A Polícia Civil e a Polícia Científica foram acionadas e estiveram presentes no local para os trabalhos de perícia e remoção do corpo. Até o fechamento desta reportagem, não havia informações sobre suspeitos ou a motivação do crime.
O caso segue em investigação. A Polícia Civil deve instaurar inquérito para identificar a vítima e esclarecer as circunstâncias e a autoria do homicídio.
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Foto: SJ Agora

