Defesa Civil emite alerta laranja: rajadas de 90 km/h e ressaca atingem Santa Catarina

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A Defesa Civil de Santa Catarina emitiu um alerta laranja para o fim de semana, com previsão de ventos intensos que podem ultrapassar os 90 km/h em várias regiões do Estado. O aviso vale das 11h deste sábado (18) até a madrugada de domingo (19) e indica alto risco de destelhamentos, quedas de árvores e interrupções no fornecimento de energia elétrica.

O fenômeno será provocado pela intensificação do vento sul, que ganha força na faixa litorânea e sul catarinense. As rajadas mais fortes devem atingir a Grande Florianópolis, o Litoral Norte e o Litoral Sul, além do Baixo Vale do Itajaí, regiões que concentram o maior potencial de danos. Em outras áreas, como Planalto Sul, Alto Vale e Oeste, as rajadas devem variar entre 70 e 80 km/h.

De acordo com o órgão, o risco é moderado a alto para ocorrências relacionadas a ventos. “É fundamental evitar a proximidade de árvores, placas, postes e muros durante as rajadas mais fortes. Em caso de emergência, procure um local abrigado e seguro”, orienta a Defesa Civil.

O fim de semana também será marcado por frio e instabilidade. A passagem de uma frente fria traz chuva persistente em todo o Estado, principalmente nas áreas Oeste e Litorânea, onde os acumulados devem ser mais expressivos. As temperaturas variam de 10°C no Planalto e Grande Oeste a 19°C no Litoral.

O mar fica agitado, com ondas de até 3 metros e risco de ressaca entre o Sul e o Litoral Norte. A orientação é para que pescadores e embarcações de pequeno porte evitem a navegação até que as condições melhorem ao longo de domingo.

Recomendações principais da Defesa Civil:

Evite permanecer ao ar livre durante as rajadas fortes. Desligue aparelhos elétricos e retire objetos soltos das áreas externas. Não estacione veículos sob árvores ou fiações. Em caso de emergência, entre em contato com o Corpo de Bombeiros (193) ou Defesa Civil (199).

Santa Catarina deve registrar tempo firme apenas a partir da segunda-feira (20), quando o sistema frontal perde força e o ar seco volta a predominar.

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