Marinha persegue jet ski que fugiu de fiscalização em Balneário Camboriú

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O condutor de uma moto aquática desobedeceu uma ordem de parada da Marinha do Brasil e provocou uma perseguição no mar na região da Barra Sul, em Balneário Camboriú, durante o fim de semana. A cena chamou a atenção de quem estava na área e reacendeu o debate sobre a fiscalização no uso de jet skis no litoral catarinense.

A ação aconteceu durante uma operação de fiscalização da Marinha. Conforme relatos, os agentes determinaram a parada da embarcação, mas o condutor não obedeceu e seguiu navegando. A fuga deu início a uma perseguição em meio a lanchas e outros barcos que estavam na região.

A movimentação no mar gerou preocupação entre banhistas e ocupantes de outras embarcações. A perseguição aconteceu em uma das áreas mais movimentadas do litoral de Balneário Camboriú, onde o fluxo de jet skis e lanchas é intenso, principalmente durante os fins de semana de temporada.

Irregularidades frequentes

Segundo relatos de autoridades e representantes de entidades de segurança, são frequentes as ocorrências envolvendo condutores sem habilitação náutica, conhecida como Arrais Amador, além de suspeitas de pessoas pilotando sob efeito de álcool e locações feitas de forma irregular.

Em entrevista à Jovem Pan News Litoral, o presidente do Conselho de Segurança de Balneário Camboriú, Valdir Andrade, alertou que a situação preocupa e pode resultar em acidentes graves caso a fiscalização não seja intensificada. Segundo ele, o grande fluxo de jet skis na região exige regras claras e controle constante.

O presidente do Conselho de Segurança do Mar, Domingos Pinheiro, afirmou que as entidades recebem diversas reclamações relacionadas a manobras perigosas, colisões e circulação irregular de embarcações na região.

Regulamentação e responsabilidade

Conforme a Capitania dos Portos de Itajaí, a organização do uso do espelho d’água também depende de regras estabelecidas pelo poder público municipal, especialmente quando envolve atividades econômicas como a locação de motos aquáticas.

Representantes do setor reforçam que a fiscalização precisa ser ampliada e articulada entre os órgãos competentes para garantir a segurança na navegação e evitar acidentes nas áreas mais movimentadas do litoral. Até o momento, não há informação oficial sobre a identificação do condutor ou possíveis autuações aplicadas.

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