Catarinense perde a paciência com ‘atendimento humanizado’, desabafa e vídeo viraliza

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Uma moradora de Santa Catarina viralizou nas redes sociais após publicar um vídeo desabafando sobre a dificuldade de conseguir uma informação simples: o preço da mensalidade de uma academia.

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Nicoli Steil Vill conta que entrou em contato pelo WhatsApp com a academia para saber os valores. Em vez de receber a resposta direta, foi submetida a uma longa sequência de perguntas sobre seus objetivos, pedidos de CPF, nome completo e até um convite para uma “aula cortesia” e um café presencial.

Eu só queria saber o preço. Era só falar cento e tanto, duzentos e tanto, três mil e tanto. Mas não, ficaram me enrolando o dia inteiro”, relatou Nicoli no vídeo.

Conforme o relato, a atendente seguiu um roteiro de “atendimento humanizado” que incluía perguntas sobre motivação, disponibilidade para visita presencial e até solicitação de CPF para um pré-cadastro. Tudo isso antes de informar qualquer valor.

Nicoli disse que tentou manter a calma e decidiu não responder no mesmo dia. No dia seguinte, gravou o vídeo em tom bem-humorado, mas sem esconder a irritação.

Se eu tivesse ligado pedindo pra tirar no tarô, eu já tinha descoberto o valor”, brincou.

O ponto alto do desabafo foi quando Nicoli revelou que, ao final de toda a sequência de perguntas, acabou descobrindo que a academia queria chamá-la para tomar café e comer bolinho antes de falar o preço.

Se tu tivesse falado ontem a mensalidade, eu já tava hoje matriculada e emagrecendo. Agora, me chamar pra tomar cafezinho? Nem combina com academia”, disparou.

Nicoli chegou a pedir desculpas à atendente, reconhecendo que ela apenas seguia o treinamento da empresa, e direcionou a crítica ao modelo de atendimento adotado pela academia. O vídeo rapidamente ganhou tração nas redes sociais, com milhares de pessoas se identificando com a situação.

O caso reacendeu o debate sobre estratégias comerciais que priorizam scripts de vendas em vez de informações objetivas, prática comum em academias e outros estabelecimentos que evitam divulgar preços antes de uma abordagem presencial.

Até a publicação desta reportagem, a academia não havia se pronunciado publicamente sobre o caso.

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