Cães são brutalmente assassinados a facadas em SC: ‘dois em menos de 24h’

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Dois cães foram encontrados mortos em um intervalo de menos de 24 horas na mesma rua do bairro Soares, em Araranguá (SC). Os casos de maus-tratos foram registrados ontem, segunda-feira (26), e hoje, terça-feira (27), e passaram a ser investigados pela Polícia Civil.

O primeiro animal, um cão de pelagem preta, foi localizado na tarde de ontem (26). Ele apresentava ferimentos visíveis e estava com o pescoço amarrado por uma corda. Conforme as informações apuradas, as lesões indicam ferimento provocado por faca.

O segundo, um cão caramelo, foi encontrado na tarde desta terça-feira (27), envolto em um saco de lixo. De acordo com as imagens divulgadas, o animal também apresentava lesões aparentes, igualmente compatíveis com ferimento por faca.

Os dois casos ocorreram em pontos próximos da mesma via, o que reforçou a suspeita de que os episódios possam estar relacionados. Segundo a Polícia Civil, as circunstâncias estão sendo apuradas para identificar se há ligação entre as mortes e quem pode ser o responsável pelos crimes.

A polícia esteve nos locais, colheu informações e analisa imagens que circulam nas redes sociais e em aplicativos de mensagens. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a dinâmica exata das mortes. Esses detalhes dependem da análise técnica e do avanço das investigações.

A repercussão dos casos gerou comoção e revolta entre moradores e defensores da causa animal. Comentários nas redes sociais cobram respostas rápidas das autoridades e pedem providências para evitar novos episódios. Há também apelos para que imagens sejam divulgadas com responsabilidade, sem exposição desnecessária de cenas sensíveis.

Maus-tratos contra animais são crime no Brasil, conforme a Lei nº 9.605 de 1998. Quando há resultado morte, a pena pode chegar a cinco anos de prisão, além de multa e proibição da guarda de animais. A Polícia Civil reforça que denúncias podem ser feitas de forma anônima e que qualquer informação pode ajudar a esclarecer os fatos.

A investigação segue em andamento. A polícia busca identificar testemunhas, levantar imagens de câmeras próximas e esclarecer se há um padrão de atuação que indique autoria comum nos dois casos.

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