O empresário Luciano Hang, fundador da rede varejista Havan e natural de Brusque, em Santa Catarina, aparece na 1.834ª posição da lista Bilionários do Mundo 2026, divulgada pela revista Forbes. Segundo a publicação, a fortuna do empresário é estimada em US$ 2,3 bilhões, o equivalente a aproximadamente R$ 12,6 bilhões.
O valor representa crescimento em relação ao levantamento de 2025, quando o patrimônio do empresário foi estimado em US$ 2 bilhões. Já em 2024, a fortuna de Hang também aparecia avaliada em US$ 2,3 bilhões.
Nos anos anteriores, os valores foram diferentes. Em 2023, a estimativa era de US$ 3,2 bilhões, enquanto em 2022 o patrimônio chegou a US$ 4,8 bilhões. Em 2021, a fortuna do empresário havia sido calculada em US$ 2,7 bilhões.
A lista da Forbes reúne, em 2026, um total de 3.428 bilionários em todo o planeta. O número representa cerca de 400 nomes a mais em comparação com o ranking divulgado no ano passado.
De acordo com a revista, a soma das fortunas dessas pessoas chega a US$ 20,1 trilhões, cerca de US$ 4 trilhões a mais do que o registrado em 2025. O patrimônio médio dos bilionários também aumentou e passou de US$ 5,3 bilhões no ano passado para US$ 5,8 bilhões neste ano.
A Forbes informou que os dados financeiros utilizados no levantamento consideram informações atualizadas até 1º de março de 2026. A metodologia inclui análise de preços de ações, taxas de câmbio, documentos regulatórios, processos judiciais, registros patrimoniais e reportagens publicadas na imprensa.
No cálculo das fortunas também são considerados diversos tipos de ativos, como participações em empresas abertas e privadas, imóveis, obras de arte, embarcações, aeronaves e outros bens, além de dívidas conhecidas e doações filantrópicas.
No ranking global de 2026, o primeiro lugar ficou com Elon Musk, com uma fortuna estimada em US$ 839 bilhões. Em seguida aparecem Larry Page, com US$ 257 bilhões, e Sergey Brin, com US$ 237 bilhões.
Os dados divulgados também mostram o desempenho recente da Havan. A empresa registrou faturamento de R$ 18,5 bilhões em 2025, com crescimento superior a 16% em relação ao ano anterior. No mesmo período, o lucro líquido foi de R$ 3,5 bilhões.
A rede varejista também ampliou sua presença no país ao inaugurar sete novas megalojas ao longo de 2025.

