Uma tartaruga marinha de grande porte foi encontrada morta na Lagoinha do Leste, em Florianópolis (SC). Moradores e visitantes viram o corpo do animal repousando na faixa de areia, próximo ao mar.
O registro foi divulgado pelo Toatoa Lagoinha do Leste nas redes sociais, que descreveu o episódio como o “fim da jornada ancestral” da tartaruga. Até o momento, nenhum órgão ambiental se posicionou oficialmente sobre as causas da morte ou eventual recolhimento do animal.
Tartarugas marinhas são conhecidas por vida longa e maturidade tardia. A maioria das espécies demora décadas para atingir a fase adulta, geralmente entre 20 e 30 anos, e especialistas estimam que esses animais podem viver, em estado selvagem, entre 50 e 100 anos em condições naturais.
Nos comentários da publicação, moradores lamentaram a cena e relataram já ter visto outros encalhes recentes na região, o que levanta questionamentos sobre as pressões enfrentadas por esses animais nas rotas de migração costeiras.
A presença de tartarugas marinhas nas praias ocorre em diferentes épocas do ano e costuma ser monitorada por órgãos ambientais e projetos de conservação. Casos de encalhe ou morte são considerados importantes para identificar possíveis ameaças, como ingestão de resíduos, colisões com embarcações ou doenças, mas, até agora, não há confirmação pública sobre o que levou à morte desse animal.
