Comoção marca despedida de homem que morreu durante partida de futebol em Brusque

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A despedida de Robson Alcântara da Cruz, de 38 anos, tem mobilizado amigos, familiares e moradores após a morte repentina do homem durante uma partida de futebol society. O velório ocorre no Cemitério Parque da Saudade, enquanto familiares organizam o traslado do corpo para a Bahia, onde será realizado o sepultamento.

Robson era morador do bairro São Pedro, em Guabiruba, e morreu na noite de segunda-feira (2), por volta das 19h55, enquanto participava de um jogo em um campo de futebol society localizado na rua Florentino Gilli, no bairro Limeira, próximo ao condomínio Sesquicentenário, em Brusque.

De acordo com relatos de testemunhas, durante a partida ele sofreu uma convulsão e, em seguida, teve uma parada cardiorrespiratória. Os próprios jogadores que estavam em campo iniciaram as primeiras tentativas de socorro. Atletas se revezaram por mais de 30 minutos realizando manobras de massagem cardíaca enquanto aguardavam a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), acionado por uma testemunha.

Mesmo com as tentativas de reanimação realizadas ainda no campo, Robson não resistiu e morreu no local. Imagens registradas no local mostram o corpo coberto por uma manta térmica enquanto a equipe da ambulância realizava os procedimentos de atendimento.

A morte repentina provocou forte repercussão nas redes sociais. Amigos, colegas de trabalho e pessoas que conviveram com Robson compartilharam mensagens de despedida e lembranças sobre o convívio com ele. Muitos destacaram o jeito simples, a disposição para ajudar e o espírito alegre.

Um amigo que estava no mesmo time durante a partida relatou a dificuldade em acreditar no que aconteceu. Nas publicações, diversas pessoas mencionaram que Robson era muito querido entre os colegas e que sua morte deixou um clima de tristeza entre aqueles que costumavam jogar com ele.

A ex-companheira dele, Mariana Dantas, também prestou homenagem e relembrou características do ex-companheiro. Segundo ela, Robson era uma pessoa generosa e sempre disposta a ajudar quem precisasse. Mariana afirmou ainda que, apesar da dor causada pela perda, há o conforto de saber que ele morreu enquanto fazia algo que gostava: jogar futebol.

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Familiares agora buscam arrecadar recursos para viabilizar o traslado do corpo até Ilhéus, na Bahia, cidade natal dele, onde será realizado o sepultamento no Cemitério Banco da Vitória.

A mobilização nas redes sociais tem ajudado a divulgar a campanha, enquanto amigos e conhecidos seguem prestando homenagens e mensagens de despedida.

Fonte: O Município

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