“Uma avótar”: cochilo termina com vídeo viral após neto pintar avó em SC

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Um momento de silêncio dentro de casa terminou em gargalhadas e milhões de visualizações nas redes sociais. Um vídeo gravado em Criciúma, no Sul de Santa Catarina, mostra uma criança de três anos transformando a avó em uma verdadeira “tela viva” enquanto ela cochilava tranquilamente em uma rede.

O registro foi feito pela empresária Carol Darós, moradora de Criciúma. Nas imagens, o pequeno Gabriel aparece concentrado, canetinha em mãos, enquanto pinta o rosto da avó, Maria Ivoneti, que dormia sem perceber a “obra” em andamento.

O resultado chamou atenção nas redes sociais. O rosto azul, marcado por traços coloridos, rendeu comparações com a obra “A Noite Estrelada”, de Vincent van Gogh, além de uma enxurrada de comentários bem humorados.

O vídeo já ultrapassou 34 milhões de visualizações e se espalhou rapidamente por diferentes plataformas. A repercussão surpreendeu até a própria mãe.

“Eu saí do escritório para fazer o almoço e estava tudo muito silencioso. Achei que os dois estivessem dormindo na rede, como já aconteceu outras vezes”, contou Carol, em relato ao ND Mais. “Quando cheguei perto, levei um susto enorme. Na hora pensei que ela tinha passado mal. Só depois percebi que era canetinha.”

Passado o susto inicial, Carol pegou o celular para filmar a cena e enviar ao marido. Depois disso, decidiu publicar o vídeo no Instagram, sem imaginar a proporção que aquilo tomaria. Maria Ivoneti conseguiu remover a tinta do rosto e lidou com tudo com leveza.

“Ela é muito tranquila. Riu bastante, entrou na brincadeira e depois o próprio Gabriel ajudou a limpar. Foi um momento gostoso, daqueles que ficam na memória”, relatou a empresária, novamente ouvida pelo ND Mais.

Nos comentários do vídeo, a avó ganhou um apelido que rapidamente se espalhou. “Avótar”, referência aos personagens azuis do filme Avatar, virou piada recorrente entre os internautas.

Segundo Carol, a paixão de Gabriel por canetinhas não é novidade. Em outra ocasião, o menino chegou a se pintar quase inteiro, e a tinta demorou dias para sair. Ainda assim, a mãe afirma lidar com a situação com tranquilidade.

“Sou uma mãe tranquila, principalmente quando tudo se resolve com água e sabão. Se fosse algo que pudesse machucar ou causar desconforto real, aí sim a conversa seria diferente”, explicou. “Aqui em casa, a base é o diálogo. A gente conversa muito, e isso costuma funcionar.”

Além de Gabriel, Carol também é mãe de outro menino, de 8 anos. Para ela, episódios como esse fazem parte da infância, da criatividade e das memórias que ficam, desde que não representem risco. Desta vez, o que seria apenas uma travessura virou um registro espontâneo que arrancou risadas de milhões de pessoas pelo país.

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