O ensino cívico-militar deve alcançar 17 instituições em Santa Catarina no próximo ano. Atualmente, 15 escolas já operam nesse modelo e, segundo a Secretaria de Estado da Educação, outras duas unidades serão incorporadas até o fim de 2025.
As próximas a ingressar no Programa Estadual das Escolas Cívico-Militares serão a EEF Hugo Roepke, em Timbó, no Médio Vale do Itajaí, e a EEB Inspetor Eurico Rauen, em Videira, no Meio-Oeste.
Criado em dezembro de 2023, o programa prevê a atuação de militares em iniciativas voltadas à redução da evasão escolar e à prevenção de situações de violência, com ênfase em princípios como disciplina, civismo, respeito e cooperação.
Para que uma instituição ingresse no projeto, é necessário que a direção, a Associação de Pais e Professores e o Conselho Deliberativo manifestem interesse. Além disso, há consulta à comunidade escolar. Caso a maioria aprove e haja disponibilidade de profissionais militares na região, a unidade recebe um oficial e monitores para trabalhar junto à equipe escolar.
A quantidade de militares designados depende do número de estudantes. A Secretaria destaca que a presença dos profissionais não interfere no conteúdo pedagógico ou na gestão administrativa da escola.
Escolas que já atuam no formato cívico-militar
- EEB Cel Pedro Christiano Feddersen – Blumenau
- EEB Prof. Irene Stonoga – Chapecó
- EEB Joaquim Ramos – Criciúma
- EEB Prof. Emerita Duarte de Souza – Biguaçu
- EEB Ildefonso Linhares – Florianópolis
- EEB Professor Ângelo Cascaes Tancredo – Palhoça
- EEB São José – Herval D’Oeste
- EEB Cora Batalha da Silveira – Lages
- EEB Prof. Jaldyr Bhering F. da Silva – São Miguel do Oeste
- EEB Henrique Fontes – Tubarão
Unidades previstas para 2025
- EEB Prof. Neusa Ostetto Cardoso – Araranguá
- EEB Sólon Rosa – Curitibanos
- EEB Walmor Ribeiro – Ibirama
- EEF Francisco de Paula Seara – Itajaí
- EEB Prof. Maria Paula Feres – Mafra
- EEF Hugo Roepke – Timbó
- EEB Inspetor Eurico Rauen – Videira

