A partir desta quarta-feira, 1º de abril, está oficialmente liberada a comercialização do pinhão em Santa Catarina. A data marca o início do período permitido para a colheita e venda da semente, símbolo da cultura e da tradição nas regiões mais frias do Sul do Brasil.
Mais do que um alimento típico, o pinhão está diretamente ligado à identidade catarinense, especialmente durante o outono e o inverno. Presente em diversas receitas e também consumido de forma simples, cozido ou assado, ele costuma reunir famílias e reforçar costumes passados de geração em geração.
A liberação segue regras ambientais que visam preservar a araucária, árvore nativa responsável pela produção do pinhão. A restrição fora do período autorizado existe justamente para garantir a reprodução da espécie e a manutenção do equilíbrio ecológico.
Com a chegada dos dias mais frios, a expectativa é de aumento no consumo e também na movimentação econômica em feiras, mercados e pontos de venda espalhados pelo estado.
A orientação dos órgãos ambientais é clara: respeitar o período de colheita é fundamental para assegurar que a tradição continue, sem comprometer o futuro das florestas de araucária em Santa Catarina.

