Os presos que cumprem os requisitos necessários têm direito a cinco saídas por ano, com duração de sete dias cada. Em alguns presídios, os apenados utilizam da oportunidade para evadir do sistema carcerário e acabam tornando-se estatísticas. Esse tipo de ocorrência é registrada em todas as partes do Brasil. Em Santa Catarina, estes índices são baixíssimos, sendo um dos menores do país. No Presídio Regional de Tijucas, destaque do estado, após a “saidinha” de fim de ano, 100% dos presos voltaram.
No total, 25 prisioneiros foram beneficiados com a saída. O índice positivo de Segurança Pública, para Carlos Raulino, diretor do PRT, apenas é possível por conta do investimento em pilares de ressocialização através do trabalho e estudo.
Atividades musicais, estudo e trabalho: essas são as apostas do local para que os detentos saiam de lá com uma vida digna e não almejem voltar ao crime.
“Oportunidades de estudo e trabalho ajudam a abrir o leque de opções para que os apenados saiam do mundo do crime”, enfatizou o diretor.
Os números demonstram que a Secretaria de Administração Prisional e Socioeducativa segue firme no propósito de ser referência no Brasil como um dos melhores sistemas prisionais do país e o maior destaque de Santa Catarina.



