Um cara educado, muito família, que tinha muitos amigos. “Na verdade, nunca vi nenhuma pessoa que não gostasse dele”, conta um primo ao Jornal Razão.
Uma cena que dificilmente sairá da memória daqueles que aproveitavam o sábado de sol na Praia de Naufragados, na Ilha da Magia, Florianópolis.
Apesar das belezas inigualáveis, é fato que o mar é traiçoeiro. E foi o mar onde o homem conhecido como “Coquinho” pescava mariscos que tirou sua vida.
Em meio aos esforços dos socorristas, banhistas, visitantes, pessoas da comunidade e um amigo visivelmente emocionado formaram uma belíssima corrente de oração ao redor das equipes.
Alan Paulo Souza de Lima tinha 39 anos. Ele era natural de Abelardo Luz, mas morava em Biguaçu há uns 24 anos.
Casado com Josicleia Izabel Peres, “Coquinho” deixa dois filhos: Willian e Izabelly. Willian estava com o pai no dia da tragédia. Eles saíram para acampar junto a alguns amigos e familiares.

Segundo o relato de um primo ao Jornal Razão, Coquinho amava estar rodeado pela família e pelos amigos.
“Para ele não tinha tempo ruim, ele quem sempre alegrava todos. Qualquer lugar e hora era tempo de assar uma carninha e tomar uma cerveja… Ele trabalhava como vendedor de gás, fazia entregas pelo Norte da Ilha, mais precisamente nos ingleses… Trabalhava por conta, com a própria Saveiro dele”, conta ao JR.
Coquinho infelizmente não está mais entre nós. Mas os momentos ao lado de seus entes queridos e por aqueles que lhe tinham em grande estima permanecerão eternos. Também será eterna a lembrança para todas aquelas pessoas que uniram as mãos e entoaram uma linda oração para que levar amor, paz, respeito e solidariedade a Alan Paulo Souza de Lima.



