A defesa de Isabella Polli, esposa do influenciador Julian Feitosa, divulgou uma nota à imprensa nesta sexta-feira (29) após a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) por tráfico de drogas. O casal foi flagrado em uma operação da Polícia Militar com quase 200 kg de entorpecentes em Balneário Camboriú.
No comunicado, os advogados Felipe Pereira e Ivana Santos de Lara afirmam que Isabella é inocente e que não há provas que sustentem a acusação. Segundo a nota, a cliente se colocou “imediatamente à disposição das autoridades policiais” e vem colaborando com as investigações.
A defesa sustenta ainda que Isabella foi conduzida à delegacia apenas para prestar depoimento e não houve prisão em flagrante. Mesmo assim, o MPSC teria oferecido denúncia “sem encerrar o inquérito policial” e “sem provas para o ensejo da ação penal”.
“Será demonstrado no curso processual, com todas as provas que serão juntadas aos autos, a absoluta inocência da Sra. Isabella”, diz a nota.
Enquanto Julian segue preso no Complexo Penitenciário da Canhanduba, em Itajaí, Isabella responde ao processo em liberdade. A denúncia pede condenação pelo crime de tráfico de drogas e indenização de R$ 50 mil por danos morais coletivos.
O processo aguarda decisão judicial quanto ao recebimento da denúncia para que os acusados passem a figurar como réus.
Íntegra da nota divulgada pela defesa de Isabella Polli
NOTA À IMPRENSA
A defesa da Sra. Isabella Polli, que teve seu nome vinculado a um ato criminoso ocorrido em 18/08/2025 na Comarca de Balneário Camboriú, vem a público esclarecer que a Defendida não praticou os atos a ela imputados, afirmando sua absoluta inocência.
Afirma a Sra. Isabella, por sua defesa, que desde o ocorrido se colocou imediatamente à disposição das autoridades policiais, e tem colaborado com a apuração da verdade, solicitando as diligências necessárias à elucidação dos fatos e consequente busca pela justiça.
Na oportunidade foi conduzida para a delegacia apenas para sua oitiva, não houve prisão em flagrante, por derradeiro o Ministério Público de Balneário Camboriú ofereceu denúncia sem mesmo encerrar o inquérito policial, não havendo provas para o ensejo da ação penal, o que será demonstrado no curso processual com todas as provas que serão juntadas nos autos, demonstrando sua absoluta inocência.

