Jovem de Tijucas segue na UTI após trágico acidente na SC-410

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Desde o primeiro momento em que recebemos a informação de um gravíssimo acidente na Rodovia SC-410, buscamos apurar nos mínimos detalhes, sempre respeitando a ética e princípios que norteiam o bom jornalismo.

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É por isso que, só agora, quatro dias depois a morte de Maria Eduarda de Lima, de sua mãe, Eliane Maria da Silva e da motorista, Dona Rose Lourenceti, estamos noticiando a atual situação das demais vítimas da tragédia.

 A jovem de 24 anos segue internada na UTI do Hospital Celso Ramos. Ela passou por duas cirurgias e precisará ser submetida a um terceiro procedimento cirúrgico.

Testemunhas relataram que o acidente foi aterrorizante. O Jornal Razão também conversou com o motorista do veículo que causou a tragédia. Ele relata que achou que tinha morrido. O jovem de 26 anos afirma que não estava embriagado no momento da colisão.

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Segundo seu relato, ele diz que se assustou com o veículo que estava na sua frente na SC-410. “Me assustei com o carro que freou de repente na minha frente, perdi o controle e tentei desviar, mas era tarde. O cara que estava na minha frente nem parou pra ocorrência, foi embora com os danos. Eu já acionei meu seguro. Mas o que me dói é as vítimas que teve. Isso não tem dinheiro do mundo que corrija. É triste, é horrível”, diz.

Questionamos o motorista, pois o vídeo sugere que o acidente ocorreu em detrimento de uma ultrapassagem (clique aqui para ver). Ele se defende:

“Não foi ultrapassagem. O carro da frente eu consegui desviar, mas como meu carro era baixo, e o que estava na minha frente era mais alto, eu não tinha visão do celta. Aí desviei pro lado errado. Meu tio fala que devia ter batido na traseira dele que era melhor, hoje penso a mesma coisa”, argumenta.

Ele também afirma que foi espancado após o acidente. “Fui em estado grave para o hospital de helicóptero junto com a Géssica, mas antes tentaram me linchar, acho que um familiar das vítimas. Ainda estou com a cabeça toda machucada”, conta.

O motorista diz que só lembra de ter acordado no hospital. “Só lembro de quando o Celta apareceu na minha frente e tentei desviar. A colisão não lembro, nada depois disso. Parte minha se sente muito culpada, porque era eu lá, dirigindo. E parte minha sente que também não foi só por minha causa, o carro na minha frente me descontrolou, foi uma consequência de acontecimentos. Me sinto insuficiente, por não ter conseguido reagir melhor na situação”, afirma.

Segundo o motorista, ele não foi intimado até o momento para prestar depoimento acerca do ocorrido.

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