Um ato em defesa do professor de Artes agredido na porta da Escola de Educação Básica de Muquém, no bairro Rio Vermelho, em Florianópolis, tomou as redes sociais nesta quarta-feira (3). Organizado por grupos de esquerda, o protesto reuniu apoiadores que alegam perseguição política e homofobia como motivação principal da agressão.
Por outro lado, o pai que agrediu o educador afirma que o filho de 10 anos sofreu abuso sexual dentro da escola. Manoel afirmou que recebeu uma ligação desesperada do filho.
Segundo ele, a criança estava em pânico e relatou ter sido tocada nas partes íntimas pelo professor. Revoltado, o pai teria saído de casa, encontrado o professor próximo da escola e iniciado a agressão.
O perfil “Salve o Rio Vermelho” publicou que o professor foi agredido por um “pai violento” que seria defensor de escola cívico-militar. Já o sindicato SINTE-SC convocou ato público alegando que o educador foi vítima de “perseguição política e homofobia”.

